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Ensaio Fotográfico - Kei Darkness

Olá, meus amores!!

Hoje eu venho alegremente falar um pouco mais de meu trabalho fotográfico!
Desde que comprei minha câmera nova, estava ansiosíssima para fazer um ensaio. Foi quando a lindíssima Kei, do meu blog parceiro Refúgio Sombrio (recomendo demais a leitura), apareceu em minha vida 

Se vocês me acompanham nas redes sociais, com certeza já viram uma das fotos desse ensaio... mas não poderia deixar de passar por aqui e falar um pouco mais a respeito.

Nós combinamos o ensaio no lindíssimo Cemitério do Araçá em busca de uma aura de mistério e creio que tenhamos alcançado com êxito esse resultado.




Sabe aquele trabalho que te dá orgulho?
Pois é o que sinto quando vou passando cada foto. Fiquei ainda mais feliz por ter sido a responsável pela maquiagem e por dar alguns pitacos na produção, que foram bastante elogiados por quem viu  *-*

Na edição das fotos, tentei passar um clima outonal usando cores quentes, porém de forma melancólica. Achei que combinou bastante com a temática.




Nesse dia, passei uma tarde maravilhosa com a Kei!
Nós íamos andando pelo cemitério e conversando, enquanto nos conhecíamos melhor.

Foi tudo tão despretensioso, que a sensação era a de que nem estávamos conseguindo as fotos.
Encontrávamos alguma escultura bonita ou lugar propício, a Kei se colocava em pose sem esforço algum e a foto saia; uma modelo nata ♥




Só sei que, enquanto muitos tiveram o dia 15 de março como um dia cansativo envolvendo protestos, passamos ótimos momentos com frutos mais que satisfatórios!
A sensação de entregar as fotos e ver o quanto a Kei gostou me motivou absurdos! Espero que vocês tenham gostado tanto quanto nós.




Eu sou simplesmente apaixonada por fotografia! Realmente me esforço para aprender e superar meus próprios trabalhos. Estou com muito tempo disponível e, por isso, estou oferecendo ensaios à um preço muito abaixo do mercado.
Se quiserem fazer um ensaio comigo, entrem em contato por e-mail (mochlathlux@gmail.com) que terei o maior prazer em enviar um orçamento e tirar suas dúvidas.

Não deixem de visitar meu flickr e dar uma passada em minha página de fotografia no facebook, pois postarei mais fotos desse ensaio por lá.

Beijões e até a próxima!


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Minha câmera nova | Samsung NX3000 vs Nikon L810

Olá, meus amores!

O ano de 2015 já começou, para mim, cheio de realizações. 
Lembro-me que, mais ou menos um ano atrás, fiz essa postagem dizendo para vocês que viria contar quando conseguisse minha DSLR dos sonhos. Acontece que consegui, mas não uma DSLR...

Depois de tanto pesquisar, percebi que uma câmera mirrorless atenderia todas as minhas necessidades, com a vantagem de ser mais barata e de possuir lentes igualmente mais baratas do que a DSLR que pretendia comprar originalmente. Logo, investi na lindíssima retrô Samsung NX3000.



Para quem não está familiarizado, são chamadas mirrorless as câmeras que não possuem espelho refletor. Alguns preferem se referir à elas pelo termo híbridas, porque tem um corpo compacto e recursos de DSLR.
- Fonte

No vídeo, falei melhor à respeito da câmera (quanto paguei, onde comprei, etc), da lindeusa que me ajudou muito a escolher o modelo e do meu interesse pela fotografia.




A diferença de qualidade da minha antiga L810 para a NX3000 é gritante!! Em minha casa, que entra pouquíssima luz e tem as paredes pintadas em preto e roxo, é muito difícil tirar alguma foto à noite - como posso priorizar certos elementos através dos modos manuais da câmera nova, até nessas condições consigo uma imagem aceitável!
Aproveitei que o Mephisto estava estirado, imóvel, no chão e fiz um teste comparativo (com a mesmíssima iluminação, todas sem flash):


~L810
A foto foi completamente automatizada pela câmera. Mesmo com o indicativo de foco dizendo que a ênfase estava na carinha do Xixo, tudo parece focado por igual. A imagem não possui cores fiéis e está saturada de ruído. Além disso, existe uma pequena distorção na carinha dele.


~NX3000 (no automático)
A diferença já é notável! As cores são muito mais fiéis e a profundidade de campo faz com que a carinha dele se sobressaia do resto. No modo automático, a câmera escolheu priorizar o ISO e diminuir o tempo de exposição, por isso temos uma claridade prejudicada e um pouco de ruído.


~ NX3000 (no manual)
Nessa foto, já se percebe uma melhora de imagem ainda mais significativa! Nos modos manuais, eu escolhi priorizar o tempo de exposição ao invés do ISO e obter uma foto mais clara, sem ruído visível. Com a abertura escolhida e a focagem manual, deixei a ênfase no focinho rosa do Xixão e o restante ficou suavemente desfocado.


Só agora, com acesso aos modos manuais de uma câmera, estou conseguindo colocar em prática tudo o que aprendi sobre fotografia durante esses anos de leitura e pesquisas. Estou muito satisfeita com a aquisição da NX3000, pois o preço é muito acessível (custou apenas R$100 à mais que a L810) e a melhoria é extremamente significativa. Vocês nem imaginam o quanto estou feliz!

Enfim... Se vocês gostam de fotografia e querem acompanhar meu trabalho, não se esqueçam de dar uma olhada em meu flickr (onde posto minhas melhores fotos) e na página do facebook.

Beijões e até a próxima!



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Conhecendo Paranapiacaba

Eu nasci na Bahia, 21 anos atrás.
Cresci em meio à natureza, aos animais; cresci correndo descalça na grama, subindo em árvores, espetando os dedos com espinhos e sendo mordida por toda a espécie de bichos que se pode imaginar. Era raro eu estar brincando em casa - menos ainda com bonecas - e usando uma roupa que não estivesse com manchas de terra.

Talvez por conta disso, talvez não, minha ligação com a natureza sempre foi muito forte, mesmo depois de ter vindo morar em São Paulo, com menos de uma década de existência. Morava em frente ao Parque do Piquerí, que era meu segundo lar e, apesar da falta de tempo proveniente de uma vida absolutamente corrida, nunca deixei de me encantar pelas árvores e pássaros, mesmo com o chão coberto por concreto

Ai, surgiu a oportunidade de visitar Paranapiacaba - algo que eu vinha protelando por falta de tempo e dinheiro.



Fui à trabalho: maquiei e fotograrei a Gabi, uma moça linda e simpática demais! Não posso divulgar nadinha, mas num futuro vocês poderão ver as fotos!




Fiquei maravilhada pelo lugar! É, realmente, a Silent Hill brasileira!
Fomos num domingo ensolarado. O lugar estava cheio de turistas aproveitando o dia, fotógrafos ornitólogos; mesmo assim, aquela paz não poderia ser roubada por nenhum tipo de tumulto ou gritaria.

Mata fechada, animais silvestres e equilíbrio entre civilização e natureza são o forte do local. Casinhas de época podiam ser vistas ao longe, das montanhas, rodeadas por verde e pássaros. Alguns poucos restaurantes e pousadas familiares atendiam aos turistas.




Aproximadamente às 15 horas, uma bela neblina começou a descer das montanhas e se tornava difícil enxergar qualquer coisa a mais de dez metros de nós. O lugar começou a ficar ainda mais melancólico, de ar macabro. Pelo sol que fazia (voltei até com marcas de bronzeado pra casa) eu nunca imaginei que fosse ver alguma neblina, mas a natureza me surpreendeu de forma maravilhosa!

Me apaixonei de vez.




Voltei pra casa com um pensamento: ainda passarei uns dias em Paranapiacaba. Quem sabe não passe alguns anos?

Para quem gosta de natureza, paz, sossego e neblina, é a visita da vida <3
Pretendo, em breve, voltar lá para fazer algumas trilhas e acampar. Prometo trazer fotos lindas!

Beijões


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Edição na Fotografia: Quando ela é necessária vs. Quando ela é um erro

De um lado, temos os defensores das fotos mais naturais possíveis - de outro, temos os defensores das mais ousadas manipulações. Qual dos dois está certo?
Posso dizer, sem sombra de dúvidas? Ambos.
E posso dizer algo, talvez, mais aterrador? Mesmo quando a intenção seja que as fotos estejam o mais natural possível, elas devem ser "editadas" - seja na pré-produção (antes mesmo de serem feitas) ou na pós-produção (a chamada "revelação" digital).



Como assim, editar fotos antes mesmo que sejam feitas?


Óbvio que isso, da maneira que imaginamos quando falamos "edição", é impossível.

Esse foi o jeito que encontrei para dizer que, antes mesmo de pegar a câmera para tirar a foto propriamente dita, você precisa saber exatamente o que quer passar com ela.
O que quer que o outro veja? Que história pretende contar?

Se você está fotografando pessoas, sabe quais seus melhores ângulos? Sabe em quais poses elas ficam mais à vontade? Sabe usar roupas e acessórios que valorizem o que tem de melhor?

Você sabe usar todos os recursos que sua câmera pode te oferecer para conseguir contar uma história com aquela imagem? Por exemplo, se quer uma foto mais escura, sombria, sabe usar o ISO e o tempo de exposição corretos para conseguir esse efeito? Se você quer todo o ênfase no objeto fotografado, sabe usar o zoom e/ou a abertura corretamente para desfocar o que não interessa?

E que local vai usar? Em que horário?

Imagine-se andando pela rua quando se depara com uma cena interessante - saca a câmera espontaneamente e vai fotografá-la. Você, no mínimo, tentará pegar a cena de um ângulo mais bonito. Você não vai querer mostrar tudo o que acontece simultaneamente - você só vai querer congelar aquele pedacinho... aquele gato caminhando pela rua, aquelas nuvens cor de laranja enquanto o sol se põe.

Isso tudo é pré-produção. Você está utilizando recursos que "editam" a realidade. Aquele momento gravado para sempre naquela fotografia foi "projetado" para ser daquele jeito. Por isso que eu gosto de chamar pré-produção de "edição da realidade".
É uma "edição" extremamente necessária. Essencial!
Sem ela, não existe foto.



E a revelação digital?


Ahh, essa sim é a edição que conhecemos.
Essa é a pós-produção, feita através dos mais diferentes softwares, dentre os mais conhecidos, o Adobe Photoshop e o Adobe Lightroom.
A manipulação fotográfica, diferente do que os leigos podem imaginar, não serve apenas para tirar espinhas e manchas da pele do modelo - serve para deixar toda a composição exatamente do jeito que você pensou  antes, na pré-produção!

Você pretendia fotografar usando luz natural, mas choveu no dia e teve que improvisar com luz artificial, mesmo? Não tem problema: deixe as cores mais naturais mudando o balanço de branco no Photoshop. Você não tem um espaço limpo em sua casa para fotografar seus objetos? Não se preocupe: você pode "apagar" aquela tomada ou aquele quadro horrível da parede, que ao invés de enfeitar, enfeiam a sua foto.
Você queria tirar aquela foto linda do horizonte quando foi à praia, mas quando chegou em casa, percebeu que as melhores fotos ficaram tortas? Desentorta o horizonte no photoshop!

É quase um polishop: "Seus problemas acabaram!"

Além disso, podemos deixar a foto mais dramática ou artística ao mudar o padrão natural de suas cores, podemos aumentar o contraste naquilo que ficou mais apagado... Podemos fazer de tudo! Basta ter bom senso (e bom gosto) o suficiente para saber quando ficou bom e quando passou dos limites.



Exemplos do que se pode fazer:


Essa foto da Natty já apareceu bastante por aqui.
A primeira está do jeito que saiu da câmera. Não está ruim, porém está muito clara e sem contraste, já que foi tirada num dia muito claro com o sol entre as nuvens.
Nesse caso, eu apenas aumentei o contraste e escureci um pouco, para dar um efeito mais profundo à imagem.





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Eu simplesmente adorei essa foto, mas você consegue ver claramente o problema, não é?
Como o Yuri estava contra a luz, seu rosto ficou extremamente escuro e quase indecifrável. Tudo está sem contraste e parece uma coisa só. Algo que me incomodou demais foi aquele poste de energia atrás dele (entre o "o" e o "s" da primeira foto - clique para ampliar) que tirava o ar de "floresta" do lugar.
Logo, eu clareei o rosto do Yuri, mudei a cor das folhas para que a composição toda não ficasse de uma cor só - como estava na foto original - e removi o poste de energia.





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Esses foram apenas dois exemplos do que é aceitável fazer usando edição. Em resumo, posso dizer que é aceitável usar edição na pós-produção para: clarear ou escurecer, colocar mais contraste ou menos contraste, aumentar ou diminuir a saturação, brincar com as cores (desde que sejam cores próximas à realidade do assunto fotografado), apagar ou recortar objetos indesejados na composição, juntar fotos para produzir uma panorâmica e/ou remover espinhas e manchas que não são naturais do fotografado.



Exemplos do que não se pode fazer:


Nunca, em hipótese nenhuma - NENHUMA, remova marcas de expressão, pintas ou manchas naturais da pessoa. Nem deixe a pele embonecada, sem poros. Jamais! O resultado fica lamentável, amador demais...





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Nunca adicione nada. Nada!
Não adicione maquiagem se a pessoa não estiver maquiada, não adicione estrelas no céu caso o céu esteja sem estrelas, não adicione um acessório, não adicione peças de roupa, não adicione. Nunca adicione absolutamente nada em sua foto! Todo mundo vê que aquilo não estava ali e, por melhor que você seja no photoshop, vai ficar feio e extremamente brega.
Vou nem falar o que eu adicionei nessa, porque fica evidente, né?





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E por último, jamais mude as peculiaridades de alguém.
Não emagreça a pessoa usando photoshop, não mude a cor dos olhos, não alinhe os dentes, não aumente os seios ou o bumbum - enfim - nunca mude aquilo que faz a pessoa ser exatamente como é.
Se você quiser olhos de cores diferentes, compre lentes; se quiser seios maiores, use bojo, se quiser parecer mais magro, mude a postura - mas nunca modifique esse tipo de coisa usando photoshop.
Fica falso e todo mundo que te conhece sabe que você não é daquele jeito  ;)
Vocês já viram emagrecimentos medonhos de photoshop por ai, né? Eles falam por si.





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É isso, amigos. Tenham bom senso!!
Uma vez conheci pessoalmente uma moça com quem já tinha contato pelo fotolog e eu me assustei! A pessoa que estava diante dos meus olhos era completamente diferente da pessoa da foto! A falta de bom senso, de senso do ridículo, ainda é evidente nos dias atuais, na era das redes sociais.

Quando você for editar uma foto, pergunte-se: "Está muito diferente da realidade?". Caso a resposta seja sim, desista da sua edição.
Se você estiver editando com propósitos mais artísticos, pergunte-se: "Ainda está parecido com a realidade?" Caso a resposta seja não, tente aprender a desenhar ou a pintar telas.

Claro que existem milhares de exceções. Já vi fotógrafos que editam suas fotos de maneira tão incrível, tão surreal, que as tornam em obras de arte maravilhosas!!
Eu sei disso! Mas escrevi esse texto pensando nas pessoas pessoas que, como eu, estão iniciando na fotografia e fotografam sem a pretensão de capturar contos de fadas, mas expressões artísticas da própria realidade.


E vocês? Tem mais alguma coisa que vocês acham medonho em edições e eu esqueci de mencionar? Aposto que sim!  ahahahaha

Espero que tenham gostado!!
Beijos!

Mysticism

Hoje eu fui presenteada pelo amor da minha vida com lindas estatuetas da Deusa Bastet e do Deus Anúbis. Pode parecer pouco para alguns, mas no que se refere à mim, estou radiante até o momento.

Aproveitei a oportunidade para fazer algumas fotos com um tema mais místico e simplesmente adorei o resultado. Não me contive e tive de vir compartilhar com vocês:



Tirei essas fotos, pasmem, durante o dia. Minha casa é muito escura, então eu acendi a luz e uma vela para deixar o clima das fotos mais mágico. As fotos saíram lindamente alaranjadas, com um brilho natural perfeito! Essa acima quase não tem edição!




Eu *modesta* estou embasbacada por essa foto. Coloquei o cristal de Quartzo na frente da vela e ele refletiu essas cores maravilhosas. Com a câmera no modo macro, não perdoei detalhes desse cristal lindo.


Para ver o restante das fotos, clique aqui!


Se gostarem das fotos que eu faço, não se esqueçam de curtir a página para receber as novidades que estou planejando para o próximo mês!
Coloquei uma "caixa de curtir" da página de fotografia aqui do lado, na barra lateral do blog. Não deixem de conferir.

Vou falar de um tema bem legal na próxima postagem sobre fotografia - fiquem ligados!


Gostaram das fotos??
Beijos

Usando o maridão como cobaia fotográfica

Olá, Succubi.

Bom, como disse na última postagem, passarei a escrever mais sobre fotografia aqui no blog. É uma paixão muito antiga minha e ultimamente tenho tido a vontade de me aprimorar mais e mais.

Pegando essa vontade de gancho, coagi o marido a ir comigo ao parque para ser meu modelo fotográfico.
Fomos a um parque que fica bem pertinho aqui de casa, o Parque do Piqueri. Chegamos assim que abriu para aproveitar as sombras do amanhecer e fizemos umas fotos bem misteriosas.




Posso dizer que é bem difícil fotografar um homem - ainda mais no caso do Yuri, que odeia fotos.
Não sabíamos ao certo de que forma ficar (eu iniciante na fotografia e ele iniciante nas poses) e nos perdemos um pouco no começo. Depois nos encontramos e o resultado nos deixou satisfeitíssimos!




Algumas fotos eu editei com um preset preto & branco bem estourado, para dar um efeito granulado bem cru e sombrio às imagens.




Óbvio que não colocarei todas as fotos aqui  *-*
Vocês poderão ver o restante do ensaio clicando aqui, na minha página de fotografia.
Se estiverem gostando do meu trabalho, aproveitem e curtam a página! Isso dá uma força tremenda para que, quem sabe um dia, meu singelo trabalho possa ser reconhecido.

Só posso terminar o texto deixando com vocês essa fofurinha de sabiá-laranjeira que fotografei quando já íamos embora do parque (eles me perseguem, é sério).




Beijões!

Câmera compacta vs. Câmera Profissional: faz mesmo diferença?

Algum tempo atrás, inclusive acho que foi no outro Nox et Lux, eu disse que estava em busca da minha DSLR para poder me aprofundar melhor na fotografia - e ainda estou. Acontece que, para escolher uma câmera que atenda às minhas necessidades sem desperdiçar rios de dinheiro, muita pesquisa é mais que essencial, então, andei fazendo uns comparativos e pesquisando sobre o assunto. Venho dividir minhas conclusões com vocês.


Olhe as duas fotos abaixo atentamente:




Olhou?
Uma foi tirada com câmera semiprofissional e a outra foi tirada com uma câmera compacta. Você conseguiria adivinhar qual é qual?

Bom, respondendo à pergunta que fiz no próprio título dessa postagem, a câmera faz diferença sim! Mas faz pouquíssima.
A foto tirada com a câmera - considerada - semiprofissional é a segunda, cheia de ruído (granulados bem visíveis quando você clica na foto para ver a versão maior), cor infiel e sem profundidade alguma na imagem. A primeira foto, sem granulados, com cores fidelíssimas e uma profundidade de campo que dá vida à imagem (meu rosto está mais focado que o restante) foi tirada com uma câmera compacta que me custou R$ 300,00 - há 5 anos.



No que uma câmera semiprofissional ou profissional faz a diferença?


Câmeras consideradas semiprofissionais (DSLR's de entrada, por exemplo) e câmeras profissionais (Fullframes) tem um sensor maior e melhor que os sensores das câmeras compactas.
O sensor é a placa eletrônica que capta a luz e a transforma em imagem, substituindo o filme das câmeras antigas. Quanto maior o sensor da câmera, mais luz ela captura e mais nítida e bonita fica a imagem.

Outro ponto positivo para esse tipo de câmera é a possibilidade de usar modos manuais de captura e fazer uma composição parcial ou totalmente controlada por você - se a câmera não possui modos manuais (o caso das compactas e superzoom's mais comuns), é ela quem controla a composição e você apenas clica para capturar a imagem.

A última diferença marcante é poder fazer a troca das lentes da câmera, usando a lente mais adequada à situação.

Fora esses três fatores, existem outras diferenças menores, mas que não são tão significativas na prática.




Como fica na prática?


Na prática, muitas coisas devem ser levadas em consideração.

Primeiramente, você deve analisar bem que tipo de fotos pretende fazer ou, no caso de trabalhar com fotografia, a área na qual irá atuar.
Se você pretende fazer fotos da vida animal, fotos noturnas ou macro de grãos de areia, invista na melhor câmera profissional que couber no seu orçamento, sem discutir. Você pode conseguir fotos aceitáveis de um pássaro em vôo com uma compacta, mas nunca fotos impecáveis, com diversos pontos de foco e uma profundidade de campo que não façam do pássaro uma mancha marrom pelo céu.

Em contrapartida, se você pretende apenas fotografar a si mesmo, seus familiares ou trabalhar compondo books - resumindo, fotografando pessoas em geral - em locais com iluminação favorável (como ao ar livre ou com luzes de estúdio), você pode obter resultados maravilhosos com uma compacta ou semipro, que em nada deixam a desejar se comparados à resultados de câmeras DSLR mais avançadas. Basta saber como tirar o melhor proveito do equipamento que você tem.

Fotografia não é apenas qualidade de equipamento; fotografia é principalmente luz, ângulo e criatividade. Estou eu querendo dizer que você não precisa comprar uma DSLR para tirar fotos com mais qualidade ou trabalhar com fotografia? NÃO. De maneira alguma.
Estou apenas dizendo que a diferença é o fotógrafo quem faz, não a câmera.

Se um fotógrafo profissional possui a câmera DSLR mais nova do mercado, com mais qualidade, e tira todas as fotos no modo automático, é possível que um bom fotógrafo usando uma câmera compacta consiga resultados melhores que os dele.



Conclusão


Foto produzida com uma DSLR de $5.000,000 (fonte)


Foto produzida com uma compacta de $150,00 (fonte)


E sim: a foto tirada com a compacta parece ter mais qualidade que a foto tirada com a DSLR!! O fotógrafo Ken Rockwell, em seu site (no link "fonte", texto em inglês) explica o que fez para deixar a foto com a compacta mais atraente que a foto feita com a DSLR.

A câmera faz diferença, sim. Porém, quem faz a diferença mesmo é o fotógrafo.
Nas minhas fotos, no começo do texto, a primeira está com qualidade superior porque eu soube aproveitar a luz do ambiente e o recurso da câmera de detecção de face (que desfocou um pouco os arredores para dar mais ênfase ao rosto) para que a composição ficasse mais profissional - mesmo utilizando uma compacta.
A segunda foto está com qualidade inferior porque tirei no meu quarto, que é escuro, sem nenhuma fonte de luz abundante (não batia sol suficiente no local) e com o balanço de branco errado, o que fez com que ela perdesse muita qualidade, mesmo tendo sido produzida com uma câmera considerada semiprofissional.

Não julgue um fotógrafo pelo equipamento que ele usa, mas sim por sua técnica. Antes de contratar alguém, veja seu portfólio, sua experiência - não se a câmera dele é maior e mais pesada que a câmera do concorrente. E se for você a ingressar no mundo da fotografia profissional, procure obter resultados bons com a câmera que você já tem - pois, assim, quando você puder adquirir um equipamento melhor, ele vai acrescentar na sua técnica; não te fazer dependente dele.

Eu, de minha parte, continuarei minha busca pela DSLR perfeita (para minhas necessidades) e assim que encontrá-la virei dividir minhas experiências com vocês.


“A máquina fotográfica é um espelho dotado de memória, porém incapaz de pensar.” 
- Arnold Newmann


Espero que tenham gostado dessa postagem. Faz MUITO tempo que não escrevia nada sobre fotografia aqui no blog, pois não sei se vocês se interessam. Porém, para sair do foco "maquiagem, maquiagem e mais maquiagem", passarei a escrever sobre o assunto mais vezes.
Também, fiz uma página no facebook para compartilhar algumas de minhas fotos. Espero que curtam se gostarem do meu trabalho (link aqui). 


Beijões!!

Tarde no Cemitério do Araçá

Esse final de semana tirei um tempo, com o amor e uma amiga, para visitarmos o Cemitério do Araçá.

Eu havia visitado-o uma vez apenas e consegui perder, nos backups da vida, todas as fotos maravilhosas que tinha tirado de algumas esculturas. Dessa vez eu fiz algumas fotos também e estou vindo aqui dividir com vocês.




Não sei se todas as pessoas que visitam o meu espaço gostam tanto de cemitérios quanto eu, mas sei que deveriam.

Cemitérios são um bom lugar para escutar os próprios pensamentos e os daqueles que lhe são importantes... Um ótimo lugar para pensar sobre o significado da vida, para distribuir importâncias e perceber que tudo é tão passageiro...
Pra procurar a beleza que está nas coisas mais simples...




...ou mesmo nas mais complexas.





Para os admiradores de arte, é um espetacular museu à céu aberto com diversas esculturas incrivelmente detalhadas que tanto falam sobre a saudade e a tristeza de se perder uma pessoa querida...





... ou mesmo, mostram imponência por conta de um simples sobrenome, que já nem é lembrado.






Só sei que tudo num cemitério passa uma absoluta calma, uma melancolia e um senso de inferioridade enormes: que é nosso corpo senão um amontoado de matéria descartável? Que importância tem nossa aparência, nossos costumes, nossas vestimentas se é tudo tão vão? E o que realmente importa?




É por isso que gosto tanto de visitar cemitérios; cada escultura, cada túmulo, cada expressão de saudades conta uma história que nos faz pensar sobre a nossa.
Só eu acho cemitérios tão cheios de vida?

~